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Monday, February 25, 2008

European Oscars

É certo que não vi toda a cerimónia, pois às 3h38 desisti de lutar para me manter sã e rumei ao norte, ou seja, à cama. Mas, com os prémios de interpretação entregues, exceptuando a de melhor actor, quase garantido para Daniel Day-Lewis, dei-me por satisfeita, apesar de perder a entrega dos prémios de argumentos.

Então não é que Diablo Cody, pelo arrojado e ao mesmo tempo ternurento guião de Juno, vence o Melhor Argumento Original?? A fazer lembrar Sofia Coppola por Lost In Translation. Muito bom. Talvez seja o meu prémio favorito, pois, para além de ser original, dá aos actores o sumo, a nata, o que se quiser, para eles brilharem.


E quem brilhou mais na minha opinião foi a fofura da francesa Marion Cotillard que venceu na categoria principal pelo seu retrato de Edith Piaf em La Vie En Rose, batendo gigantes como Cate Blanchett (omnipresente) em Elizabeth (enoooorme) ou Julie Christie em Away From Her que havia sido dada como favorita.
Um discurso carinhoso e que conquistou: "(...) thank you life, thank you love, and it is true, there is some angels in this city."

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A surpresa da noite para mim foi a vitória da inglesa Tilda Swinton como Actriz Secundária pela sua prestação em Michael Clayton, apesar de ser um grupo homogéneo e de os críticos de cinema apostarem em Cate Blanchett como Bob Dylan em I´m Not There (a senhora já ganhou um e há-de ter muitas mais oportunidades de ganhar, ao estilo Meryl Strepp, 13 ou 14 ou lá o que é, portanto, deixem outras senhoras brilhar, se faz favor! ;)
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Nos homens, o espanhol Javier Bardem lá levou o esperado prémio de Actor Secundário por No Country For Old Men (filme vencedor da noite) e o irlandês Daniel Day-Lewis o Actor Principal por There Will Be Blood (filme derrotado da noite, assim como Atonement). Tinha esperanças que Casey Affleck fosse "a" surpresa, mas não...
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John Stewart esteve bem, fez-me rir diversas vezes com o seu humor imprevisível e até deu para entregar um prémio de maternidade a Angelina Jolie "And the baby goes to..."; mas às tantas tornou-se demasiado político, descaradamente a fazer campanha pelos democratas. Não lhe fica bem, parece desespero.
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Os Europeus a varrerem a América... lindo!

Thursday, January 03, 2008

Cinema 2007 - Top 10

And the winner is...

1- Marie Antoinette
2- Casino Royale
3- Elizabeth - The Golden Age
4- Zodiac
5- The Painted Veil
6- Bourne Ultimatum
7- The Brave One
8- Breaking & Entering
9- A Good Year
10- The Fountain
oo
Um ano fraco em que foram mais os filmes maus que os bons... agora, neste ano novo, estreiam uns quantos apetecíveis.

Filmes Maus: Spider Man 3, Pirates Of The Caribean - At World´s End, Fur.

Não Aquece Nem Arrefece: Little Children, Flags Of Our Fathers, Sunshine, The Good Shepperd, Ocean´s 13, I Am Legend, A Perfect Stanger, The Devil Wears Prada, Notes On a Scandal.

Friday, December 21, 2007

Paris Je T´Aime

Na altura não descobri este poster na net, mas agora que ele me "veio parar às mãos", não resisto em o expôr, tão simples e tão magnífico.

Tuesday, December 04, 2007

Zodiac

David Fincher é um mestre do género. Disso não há dúvidas. Depois do negro Se7en, da obra-prima Fight Club e do claustrofóbico Panic Room, Zodiac fecha uma quadratura impressionante. Os trailers dão a impressão de um filme pesado, quando afinal se trata de um filme sobre um tema pesado mas filmado com uma leveza surpreendente, contribuindo muito para isso a soberba edição.


Robert Downey Jr. imprime momentos engraçados e Jake Gyllenhaal é... Jake Gyllenhaal. Um incrível actor, prova disso é que durante todo o filme nem me lembrei que foi Jack Twist em Brokeback Mountain.

Mark Ruffalo e Anthony Edwards cumprem no papel de detectives que não conseguem resolver os assassínios em série perpetrados pelo Zodíaco em San Francisco.

Já Chlöe Sevigny (Boys Don´t Cry) não se percebe o que faz ali, num papel insignificante.

Bom filme, competente e versátil. Duas horas bem passadas.

Thursday, November 22, 2007

Casino Royale

Este Bond é digno de ser visto, ao contrário de todos os outros (todos, sim). É o que eu designo de filmaço! Para além da acção espectacular e realista ao mesmo tempo, introduz-nos às motivações do Bond que todos conhecemos. E quem é o centro dessas motivações, quem é? Vesper Lind a. k. a. Eva Green, pois claro. Uma história de amor enternecedora, heart-breaking mesmo, leva-nos a aceitar e mesmo a apoiar a transformação deste Bond.

Nota-se o dedo mágico de Paul Haggis, o argumentista deste e de colossos como Million Dollar Baby e Crash, pois há momentos e diálogos memoráveis, tais como o "reconhecimento" entre Bond e Lynd, a saída "Do I look like I give a damn?" à pergunta "Shacked or mixed?" ou a cena de tortura em que o timing de sentido de humor é incrível.

Muito bom. Obrigatório.

Friday, November 16, 2007

Elizabeth - The Golden Age

oo
Ou será The Golden Cate...?
É sempre óptimo ver os espanhóis a serem reduzidos ao ridículo, ao fanatismo e ao beatismo. Ainda por cima por uma mulher, líder e guerreira.
Filme interessante, onde Cate Blanchett distribui talento, pra dar e vender.
Bravo, mulher, bravo.

Friday, November 09, 2007

A Estranha Nela

Uma Jodie Foster "amasculinizada" (é assim que se escreve?) é sempre estranho. De arma em punho nem por isso, já que será sempre a Clarice Starling de O Silêncio Dos Inocentes.

Um justiceiro nas ruas de NY dará sempre jeito, apesar de não ser bonito de se ver, muito menos de se sentir essa necessidade. É sempre condenável o acto de assassinar, mas quantos de nós não o fariam numa situação de "ou mata ou morre" ou, como neste caso, noutra situação em que é morto brutal e propositadamente alguém próximo de nós? Eu faria-o. E, num mundo "perfeito", faria-o no segundo anterior ao acto que o provocaria (alguém percebeu alguma coisa?? Ao estilo de Minority Report, por antecipação).

Foster, numa entrevista de promoção ao filme dizia que "ninguém deve deter o poder da vida ou da morte" representado pela possibilidade de, na América, todo o santo cidadão deter uma arma de fogo. Por isso, foi com surpresa que me deparei com o final do filme. Esperava uma coisa, e obtive o oposto. Foster defende uma convicção, o filme apresenta a oposta.

Como prémio, o filme tem uma grande frase: "Há muitas maneiras de morrer mas só uma de viver. Descobri-la é o que é difícil."

Atenção às cenas mais fortes fisicamente. A da chegada ao hospital foi a que mais me impressionou tanto pelo grafismo como pela beleza. Bom filme but not one of my favourites.

Tuesday, October 23, 2007

A Good Year Breaking & Wearing Fur


Não deixa de ser um filme giro, agradável à vista e ao coração, mas o início é sofredor com um Russel Crowe a tentar ser engraçado. Nem mesmo a tentativa de humor físico se safa.
O romance é simples mas credível, sem exigir muito dos personagens nem do espectador. As paisagens são um pano de fundo ideal para se optar pela vida calma e cheia de prazers.
Ridley Scott em versão light.
kfkf

Anthony Minghella não sabe fazer filmes maus. Depois dos filmes de época O Paciente Inglês, O Talentoso Mr. Ripley e Cold Mountain, Minghella filma Londres num contexto actual e ao mesmo tempo intemporal: a diferença das classes sociais.

Para isso recorre ao reencontro com dois actores: Jude Law e Juliette Binoche, no par central em redor do qual Breaking And Entering se desenvolve, secundados por Robin Right-Penn e Martin Freeman.

Law brilha em todo o seu esplendor, não só o da beleza como o do talento (que talentoso que o senhor é...)

Binoche brilha em toda a sua simplicidade e entrega total à personagem, daqueles casos em que vemos realmente a personagem e não o actor.

O melhor do filme é aquele diálogo delicioso entre Will e Live (Law e Right-Penn) sobre povos nórdicos. Uma pérola. Bom filme.


Tanta curiosidade pra ver a diaba de Meryl Streep e afinal... é aquilo?? Vanessa Williams em Ugly Betty é mais eficaz. Make no mistake: Streep é para mim a maior actriz viva, mas não me convenceu neste filme. Talvez por isso Anne Hathaway se destaque em todas as cenas, apoiada por uma reluzente Emily Blunt.

Alguma gargalhadas ("Good girl! Good girl!") e pouco mais.

Um filme fraco mas fofo.













Filme da treta...



NÃO??





Sunday, September 16, 2007

Marie Antoinette


Sofia Coppola é oficialmente um génio. É um raro caso de competência e originalidade num mar de genialidade. Marie Antoinette é, à imagem dos seus antecessores The Virgin Suicide e Lost In Translation, um poema carregado de sensibildade e bom-gosto. Tal como documenta, e muito bem, o Making Of realizado por uma irmã da realizadora, trata-se de um filme relevante para a nossa época, em que os personagens históricos não são caracterizados como alienígenas frios e distantes mas sim como humanos, descontraídos, divertidos, carinhosos e quentes.

Ficaram-me na retina as sequências em que a rainha de França se refugia no campo, ao receber as suas amizades ("Look, chikens!"), a conviver com a filha entre flores, abelhas e ovos (Look, an egg!") e o passeio silencioso de barco, tudo filmado com uma beleza indescritível. A famosa cena dos All-Stars é deliciosa.

Kirsten Dunst brilha discreta, algo de notável, pois facilmente outra actriz cairia na tentação do overacting e no ridículo.

Notável. No mínimo.

Thursday, July 26, 2007

The Fountain & Notes On A Scandal

Muito bom filme mas que não me deslumbrou... ou seja, entendo quem se deslumbre com este mega-projecto do acarinhado realizador Darren Aranovsky. Um intenso e, até, surpreendente Hugh Jackman, depois desta demonstração, deixa-me expectante da sua futura participação no mega-hiper-projecto de Baz Luhrman (Moulin Rouge), Australia, ao lado da omnipresente Nicole Kidman. Já Rachel Weisz mantém a sua grandeza a que me habituou em todos os seus filmes (The Constant Gardner, Enemy At The Gates, Confidence, etc.).


Filme na categoria Não Aquece Nem Arrefece. Duas actrizes incríveis, sim, mas mesmo assim acho exageradas as nomeações para Oscar. Um pouco estranho ver Blanchett a interpretar uma professora que se envolve sexualmente com um aluno de 15 anos, interpretado com mão de ferro pelo estreante não-me-lembro-do-nome-dele-só-dos-olhos (lol Andrew Simpson?). Nunca na vida diria que aceitasse fazê-lo. Talvez por isso o tenha feito.

Monday, June 04, 2007

Pirates of the Caribbean - At World´s End

Não é tanto pelo filme, mas acho este poster fabuloso. Johnny Depp e (principalmente) Keira Knightley estão impressionantes.
Grande foto!

Agora falando do filme... que filme tão mau, sinceramente, é que nem Johnny Depp/Jack Sparow se safa. Mau demais para ser verdade, não faz justiça aos seus precessores. É pena.

Sunday, April 08, 2007

World Trade Center

Que filme tão fraquito, uma desilusão, especialmente quando vem de um realizador tão peculiar como Oliver Stone (Alexandre pode ser secante mas faz juz ao cognome O Grande porque também o é).
Só para dar uma ideia, numa cena que pretende criar drama nos escombros com a personagem de Michael Peña a desesperar ao som de tiros, deu-me pra rir, de tal forma é filmada a cena...

Só para dar outra ideia, já vi telefilmes mais emocionantes e arrepiantes que este WTC.

E ainda outra ideia, o Marine super-herói é pra rir, só pode...

É pena ver Maggie Gyllenhaal a tentar subir à superfície (claro que o consegue) e Maria Bello debaixo de uma caracterização no mínimo ridícula (bons tempos os de History Of Violence).

Não aquece nem arrefece (e já vai com sorte!).



Este já é um bom filme, apesar de concordar que não é o melhor de Scorcese. É muito certinho, sim, os actores valem ouro nas suas interpretações, sim (Damon e DiCaprio arrebentam tudo), a violência é in your face, certo, mas... Oscar de Melhor Filme? Talvez, fico na dúvida até ver todos os outros candidatos.

O final desapontou-me um pouco, afinal tanta coisa... para isto.



Cada vez me convenço mais que não percebo nada de cinema porque este aclamadíssimo Little Miss Sunshine vai directamente para a prateleira dos filmes de que não gostei (mesmo). Se provocou riso foi mais numa de "Ai que parvoíce"; Alan Arkin Melhor Actor Secundário? Prémio de carreira mesmo.

O melhor do filme é realmente o brilhante Steve Carrel (quem o viu em Virgem de 40 Anos e quem o vê aqui...), num personagem suicidário (expressivas olheiras).

Claro que Abigail Breslin é um pequeno achado, mas só isso não vale um filme.

Tenho pena de não ter gostado deste filme de culto que ganhou o Oscar que eu mais valorizo, o de Argumento Original (tal como Lost In Translation, esse sim um filme de culto para mim).

Monday, April 02, 2007

Ocean´s Twelve


Que grande surpresa foi este filme! Já tinha ouvido falar tão mal desta sequela que não tinha grandes expectativas... o que é óptimo porque normalmente gosto dos filmes dos quais não espero grande coisa (e vice-versa).
Adorei a peça, com o bom gosto de retirar protagonismo a Clooney e distribuí-lo por actores tão bons como Pitt (num personagem pirosíssimo e irritantemente sempre a comer), Zeta-Jones (impecável), Damon (um fofo) e Roberts (surpreendente). Esta protagoniza a cena mais divertida do filme com Bruce Willis, aqui numa espécie de cameo elaborado e muito, muito sagaz.
O twist final deste Ocean´s Twelve é engraçado mas nada de deixar de boca aberta como no primeiro. Ocean´s Eleven valia mais pelas engenhocas e pelo team work. Este vale mais pelos actores e pelas private jokes, como a subtil insinuação da suposta rivalidade entre Zeta-Jones e Roberts.
Adorei o filme. Fartei-me de rir. Altamente

Thursday, March 01, 2007

The New World

Peço permissão à autora do seguinte parágrafo, roubado do seu blog asimagensprimeiro, para o partilhar no meu:

«É mais que um filme, é uma experiência. É um arrepio sensorial, um convite à contemplação. Entramos nele e sentimos. O vento como que nos faz tremer a pele, a água como que nos toca as mãos. É um poema, uma peça de teatro. É Romeu e Julieta, é uma apologia da bondade (que pode trazer outra bondade mas nem sempre felicidade). É um retorno às origens, é traço de uma pintura paisagística. É génesis e é magia. É simples, é profundo. É documental, é histórico, é antropológico. É um concerto de música, é um suspiro de duas horas e trinta. É novo, é um retornar ao antigo. É o melhor filme do ano. »

Nada a acrescentar, correndo o risco de estragar.

Thursday, February 08, 2007

Lucky Number Slevin


O realizador Paul McGuigan, o mesmo de Wicker Park (um dos meus predilectos e também com Josh Hartnett) muda radicalmente de estilo e apresenta-nos a sua visão do submundo gangster, com um filme inesperadamente violento (os trailers davam mais a ideia de comédia com pozinhos de thriller que outra coisa).


Josh Hartnett é Slevin, acabado de chegar a Nova Iorque e confundido com o seu amigo Nick Fisher, sendo por isso apresentado aos barões da máfia e arqui-inimigos The Boss (Morgan Freeman, igual a si próprio, ou seja, igual a dezenas de outras personagens) e The Rabi (Sir Ben Kingsley, irreprensível na obsessão e fanatismo necessários à compreensão da personagem).
Lucy Liu é Lindsay, a vizinha do misteriosamente desaparecido Nick, que mergulha no mistério e dá de caras com Bruce Willis. Slevin é então encarregue de pagar uma dívida de Nick e para isso são-lhe dadas 48h para "despachar" o filho do Rabi.

Não aprecio particularmente o tipo de filme que parte da premissa em que nada é o que parece, mas se não for levado muito a sério, até é engraçado, apesar de não ser extraordinário. Acaba por apresentar uma reviravolta interessante, com o defeito de ser pouco (quase nada) verosímel, daqueles casos em que o golpe é tão bem planeado que tudo corre como previsto. A única coisa que acontece fora dos planos é, pois claro, o chamado "amor". É sempre bonito, sim, é verdade, mas o romance sai falseado pela reviravolta do filme, uma vez que (atenção ao spoiler!!) se te apaixonas por um inocente e distraído desconhecido, é pouco provável que no dia seguite, ao descobrires a sua verdadeira identidade (de assassino, diga-se de passagem), sigas o seu rumo. Mas pronto, é filme e damos o desconto.
Os diálogos da primeira metade do filme, supostamente um trunfo, pareceram-me pouco originais, não resultando o objectivo de serem cómicos, e quando assim é, tornam-se algo pobres.

Este filme fica na categoria do "Não Aquece Nem Arrefece"; vale o euro que paguei pelo aluguer, mais que isso nem por isso.

Tuesday, January 23, 2007

Oscares 2007

E os nomeados são:

Actor principal
- Leonardo DiCaprio por Blood Diamond
- Ryan Gosling por Half Nelson
- Peter O´Toole por Venus
- Will Smith por The Pursuit of Happyness
- Forrest Withaker por The Last King of Scotland

DiCaprio é o grande actor da actualidade da sua geração, Gosling a grande surpresa, O´Toole o veterano, Smith o outsider e Withaker o favorito (levou o Globo de Ouro o malandro) :D

Actriz principal
- Penélope Cruz por Volver
- Judy Dench por Notes on a Scandal
- Helen Mirren por The Queen
- Merryl Streep por The Devil Wears Prada
- Kate Winslet por Little Children

Cruz é brava, Dench habituada às lides, Mirren favorita, Streep é pra mim a melhor actriz viva (não conheço muito as mortas :p), Winslet é pra mim a melhor actriz da sua geração e sempre a minha favorita :D

Actor Secundário
- Alan Arkin por Little Miss Sunshine
- Jackie Earle Haley por Little Children
- Djimon Hounsou por Blood Diamond
- Eddie Murphy por Dreamgirls
- Mark Whalberg por The Departed

Murphy é o grande favorito, já levou o Globo de Ouro...

Actriz Secundária
- Adriana Barraza por Babel
- Cate Blanchett por Notes on a Scandal
- Abigail Breslin por Little Miss Sunshine
- Jennifer Hudson por Dreamgirls
- Rinko Kikuchi por Babel

A par de Winslet, Blanchett "arrebenta" com tudo sempre que lho permitem, mas... Hudson é favorita... Globo de Ouro e tudo... talvez haja aqui surpresa com uma menina de Babel :D

Realizador
- Alejandro González Iñárritu por Babel
- Martin Scorcese por The Departed
- Clint Eastwood por Letters From Iwo Jima
- Stephen Frears por The Queen
- Paul Greengrass por United 93

Este ano tem que ser o ano do Scorcese, senão o mundo cinéfilo deixa de acreditar nos Oscares!

Filme:
- Babel
- The Departed
- Letters From Iwo Jima
- Little Miss Sunshine
- The Queen

Iwo Jima parte à frente... we´ll see...

Argumento Adaptado:
- Borat (como...???)
- Children of Men
- The Departed
- Little Children
- Notes on a Scandal

Come again...? Borat??? Aposto em Little Children...

Argumento Original:
- Babel
- Letters From Iwo Jima
- Little Miss Sunshine
- Pan´s Labyrinth
- The Queen

Little Miss Sunshine convosco!!!!

Friday, January 05, 2007

Paris Je T´Aime


Bela peça. Belo conjunto de peças. As melhores curtas são a da Natalie Portman (como não podia deixar de ser....), a da mesquita (apesar do diálogo utópico) e a da oficina ("Acreditas em almas-gémeas?...), realizado por Gus Van Sant, o mesmo de Elephant. A de Walter Sales, realizador de Cidade de Deus e O Fiel Jardineiro, é a mais fraca.

Gostei. Gostei muito.