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Sunday, January 10, 2010

Bright Holmes

O mais recente filme de Jane Campion, Bright Star, tem sido super elogiado for essa web fora. Veja-se o exemplo mais citado como é o Rotten Tomatoes, aqui. Abbie Cornish é louvada até dizer chega, o estrelato hollywoodesco e os Oscares parecem estar no seu caminho. Eu cá não adorei o filme, e tenho pena. É extremamente parado, silencioso e, a meu ver, com cenas de descompensação (que é como quem diz choro feminino) exageradas.
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Mas gostei muito do actor Ben Whishaw, interpretando o poeta John Keats. O filme trouxe-me, sim, a vontade de conhecer a sua poesia, género literário para o qual nunca tive tendência. E só por isso valeu a pena.



Quem tem Robert Downey Jr. e Jude Law a partilhar a tela não pode ser tão mediano, e Guy Ritchie conseguiu sê-lo, tal a precaução com que guiou este projecto.
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Falta faísca a este Sherlock Holmes, falta alma e espírito. Corpo tem, e muito.





Sunday, January 03, 2010

Filmes 2009


1-The Changeling

2-Inglorious Basterds

3 - The Reader

4 - Gran Torino

5- Star Trek

6 -The Curious Case Of Benjamin Button

7 - Public Enemies

8 - Slumdog Millionaire

9 - The Wrestler

10 -Agora

11 -The Happening

12 - Rock n'Rolla

13 - Valkyrie

14 - Cassandra´s Dream

15-This Is It

Mencões honrosas: As Bonecas Russas, Waitress, Love & Other Disasters, In Brugges.
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Não aquece nem arrefece: Julie&Julia, How To Lose Friends And Alienate People, Sherlock Holmes, Vicky Cristina Barcelona, Terminator: Salvation, Seven Pounds, State Of Play, The Proposal, Before the Devil Knows You´re Dead, Smokin Aces, Brothers Bloom, New York I Love You, Revolutionary Road, Doubt, Chèri, Twilight, , Duplicity, Burn After Reading.

Mau mas mau: Couples Retreat, The Air I Breathe.

Sunday, December 13, 2009

Agora

"We are brothers! We are brothers."

Tuesday, December 08, 2009

Julie & Julia Retreat




Meryl Streep em grande, como sempre.



Filme mau mau mau, género que nunca vou ver ao cinema, mas entre este e Lua Nova, lá teve que ser.

Saturday, November 28, 2009

Brothers I Love You




Fraco. Confuso. Deixa muito a desejar. O elenco de luxo não chega para carregar uma história às costas. Rachel Weisz e Mark Ruffalo em registos mais soltos, Adrien Brody a fazer olhinhos de carneiro mal morto, Rinko Kikuchi em modo repeat.






Fraquinho. Este New York I Love You não está à altura do seu antecessor Paris Je T´Aime. Estranha opção por actores de créditos não firmados mas de carinha laroca como Hayden Christensen, Rachel Bilson, Blake Lively, Brandon Cooper, Orlando Bloom, etc.

Sunday, November 08, 2009

This Is Doubt



Para quem tem curiosidade em ver os kings nos bastidores e a ensaiarem um espectáculo, this is it.

Michael Jackson pode paracer um boneco tanto pelas plásticas como pelos truques dançarinos, mas surpreende pela candura e atitude "make love not war".



Para quem quer ver os kings a degladiarem-se vestidos de sotaina, this is it too.

Amy Adams intromete-se no meio dos gigantes Meryl Streep e Phillip Seymour Hoffman com a maior das naturalidades. Já em Enchanted conquistou meio mundo.
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Mas o grande monstro do filme é mesmo Viola Davis que apesar dos parcos minutos em que dá um ar da sua graça, rebenta com tudo.

Monday, September 28, 2009

Public Cheri





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Johnny Depp e Marion Cotillard formam uma dupla luminosa. Michael Mann reforça o estatuto de ser um dos melhores realizadores actuais.



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Uma desilusão. Stephen Frears não passa a mensagem, Michelle Pfeiffer passa a do envelhecer sem plásticas, Rupert Friend passa ao lado.

Monday, August 31, 2009

Glorious Basterds

"This might just be my masterpiece."
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Filme do ano. A cena inicial é de uma angústia como poucas vezes se experencia numa sala de cinema. Christopher Waltz qualquer coisa de fenomenal. Tarantino no seu melhor, sendo que quando se trata do tema Holocausto, a violência nunca é gratuita - inimaginável talvez, improvável não, infelizmente.
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Pormenores que achei curiosos: o desfecho para as personagens femininas/heroínas em oposição ao do masculino/anti-herói, e a estratégia de bombistas-suicidas (muito taliban para americanos).
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E bem que dizia o Ípsilon - um filme de diálogos.

Sunday, August 16, 2009

The Rock n' Rolla

É sabido que a coméda romântica não é (de longe) o meu tipo de filme, mas a Sandra Bullock é das poucas que me fazem ver um. Já o Ryan "Johanson" Reynolds nem por isso, faz sempre o mesmo papel (bem-vinda excepção a do filme de terror The Amityville Horror). Veredicto: fraco, fraquinho, mas ainda dei umas boas gargalhadas na cena da dança dos espíritos.

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Uns furos abaixo de Snatch, sem dúvida, mas com personagens bem mais interessantes - o handsome Bob e todo o contexto inerente é hilariante, com uma mensagem bem transmitida apesar do "politicamente correcto" -, e com Gerard Butler a mostrar dotes cómicos.
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Bom.


Sunday, July 05, 2009

State of Seven Pounds Valkyrie




Cinzento. A espionagem/demanda jornalística não é definitivamente o meu tipo de filme.







Sentimentalão de puxar à lágrima mas interessante. Will Smith pretende brilhar mas talvez Rosario Dawson lhe faça sombra.




Uma bela lição de história cujo final todos conhecemos mas é impossível não torcer por um desfecho diferente. Tom Cruise continua insuportável mas ao menos está meio escondido debaixo de uma pala.

Monday, June 15, 2009

Star Trek & Other Disasters


Não se deixem enganar pelo título, gostei de ambos os filmes. Principalmente do Love And Other Disasters - comédia romântica protagonizada pela bem-disposta Brittany Murphy mas, pormenor extremamente importante, de produção independente e britânica, ou seja, my favourite kind.


E deu para "descobrir" que afinal gosto do actor Matthew Rhys, o Kevin paniiiisga da série "Brothers & Sisters" - sim, faz de panisga outra vez, mas muito mais engraçado e... britânico! Não sabia, mas só aquele sotaque lhe dá uma aura totalmente diferente. Sim, é o filme com mais panisgas por metro quadrado, mas até as mentes mais enjoadas com o assunto se divertiram com o o dito. A história toda a gente sabe qual é: girl (Murphy) meets boy (latino) e acabam felizes nos braços um do outro - ou não fosse uma comédia romântica. Mas esta consegue ser refrescante e a corrosividade inglesa que eu adoro está lá, nas personagens secundárias, o que basta para me agradar. O resto é palha.


Mas acabando no início, J.J. Abrams é o verdadeiro Trekkie e a prová-lo está o renascimento da saga. Spock é especialmente bem conseguido, mesmo para uma leiga da saga como eu, por Zachary Quinto, e a relação amorosa surpreendente, especialmente para uma leiga da saga como eu.

Sunday, June 07, 2009

Terminator: Nulification

O pior que podiam fazer para a icónica saga protagonizada por Arnold Schwarzenegger seria encomendar um tarefeiro (que nem merece ser nomeado neste digníssimo espaço) para tentar misturar influências recentes resultando num filme que promete muito mas que na verdade entrega quase nada, o que aconteceu com este Terminator: Salvation. Às tantas mais parece um derivado de Transformers que outra coisa.

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Christian Bale tem uma participação secundária, Sam Wortington protagoniza como híbrido e prova disso é o "tropeção" numa piloto da aviação da resistência que, muito por acaso, é assim para o gira e altamente decotada. Há tempo ainda para a salvar dos humanos maus, qual presa condenada aos caprichos dos machos - Steven Seagal deve estar orgulhoso do seu legado.

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Mauzinho e, do meu ponto de vista, uma ofensa aos dois primeiros .

Adenda Deuxieme: "Sejamos francos, não temos qualquer problema com o facto de, aos quarenta e poucos, o cineasta continuar a preferir uma apresentação ao mundo apenas com iniciais. No entanto, até LL Cool J já se refere a si mesmo por James Todd Smith." Ahahah que toino, God!

Wednesday, June 03, 2009

My Blueberry Pies

Ontem revi metade deste My Blueberry Nights só por causa desta cena: Jude Law e Cat Power, em poucos segundos e com uma beijoca de despedida, incendeiam a tela. E depois a The Greatest toca em repeat.

"Dear Jeremy, in the last few days, I've been learning how not to trust people... and I'm glad I failed."
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Depois "tropecei" nesta pérola: Waitress, com uma Kerri Russel surpreendentemente enternecedora, a revelar-se uma actriz de primeira linha de tremenda qualidade e amplitude de registos - quem diria que a "sem sal" Felicity dava esta mestre de tartes?! Adorei o filme, tanto me fez rir (como a cena da foto) como descer à obscuridade nas cenas mais negras - Jeremy Sisto exímio em ser horrível. Alguém viu/conhece? Lindo. "Dear Baby: If I was writing you a letter, it would probably sound something like an apology. I know everyone deserves a mama who'd want a nice baby such as yourself... who was also a good wife, a fine member of a society. And I can't rightly say that I'm any of that. And I'm not sure the world is such a fine place to bringing you. Many of the people I've met are not worth meeting. Many of the things that happened are not worth living through."
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"Dear Baby, I hope someday somebody wants to hold you for 20 minutes straight and that's all they do."


Tuesday, April 28, 2009

Smokin' Vicky Cristina

Uma constelação de estrelas menores - Alicia Keys, Jeremy Piven, Ben Affleck, Ryan Reynolds, Andy Garcia, Ray Liota, Jason Bateman, Matthew Fox e Taraji P. Henson - ao serviço do realizador Joe Carnahan, o mesmo de Narc, que pretende criar com este Smokin' Aces qualquer coisa entre Kill Bill e Snatch. Resultado: competente mas pouco ou nada consequente.


Eu não sou propriamente admiradora da saga Woody Allen - aqueles característicos diálogos apressados tornam-se cansativos para o meu pequeno intelecto, e o único dos (muitos) que ainda não vi que me suscita algum interesse é Melinda & Melinda, já que parece assentar numa premissa de um dos filmes que mais estimo, Sliding Doors.

Match Point marcou uma mudança, não só de local, como de ritmo. Agora este Vicky Cristina... filma Barcelona mas também Oviedo (porque é que nunca ninguém refere este pormenor?? Parece uma cidade deslumbrante também!) ao sabor do turismo americano. Basicamente, Javier Bardem é o autêntico Don Juan entre Penelope Cruz (que realmente tráz outra cor ao filme), Scarlett Johanson (literalmente no meio delas) e Rebecca Hall, mas o "acontecimento maior" (que é como quem diz, de maior impacto/falatório) acaba por ser a cena na câmara escura entre as protagonistas - muito bem filmada e bonita, diga-se de passagem. Fraco, muito fraco.


Saturday, April 25, 2009

As Bonecas Russas da Residência Espanhola

O que eu gostei deste filme! Penso que ainda mais do que do seu antecessor, que assentava na promiscuidade natural de uma geração universitária, abrindo as asas em Barcelona, premissa para este, que retrata a necessidade de assentar na geração seguinte, a dos 30´s. A re-entrada na vida do protagonista Xavier dos seus companheiros de alberge catalão é deliciosa, especialmente a dos imãos William e Wendy. Paris e Londres são os panos de fundo, com passagens por São Petersburgo e Moscovo. Só por essas paisagens urbanas, o filme encheu-me o olho - principalmente a capital inglesa, quero!! Ah! e o facto de ele andar de vespa conquistou-me sem volta a dar, pois claro. Nem mesmo a faceta de cabr*o que às tantas se revela lhe corta o encanto.

A cena da "apresentação da noiva" de Xavier ao avô é hilariante, e talvez por essa mesma cena a actriz Cécile De France (que raio de nome) tenha sido nomeada para um César.

A personagem Camille foi a única que me pareceu não ter muito fundamento de lá estar, a não ser ter um nome sonante no elenco, a forever Amélie Audrey Tautou.

Wednesday, April 08, 2009

Twilight In Bruges

Sinceramente não entendi o hype que se criou à volta deste filme - as cenas improváveis, tanto as românticas como a do clímax me pareceram "enfiadas" à força para caberem no filme. Tenho que reconhecer que acertaram em cheio na dupla protagonista - o hype gerado à volta de Robert "Ed Cullen" Pattison, esse sim, é totalmente legítimo.
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Comecei a ter curiosidade por este teen flick quando João Lopes o elogiou. Agora é a vez da Premiere, na sua edição de Abril, que se rende ao mérito da realizadora Catherine Hardwicke, «que demonstrou extrema subtileza na abordagem das crises existenciais e amorosas dos jovens e empresta traços da sua cinematografia a um objecto de cinema fantástico com raízes seriamente humanas.» Não concordo, até porque o protagonista já passou pela adolescência "há bués", como diriam os próprios indivíduos de referida faixa etária. «A dupla romântica faz faísca a partir do primeiro momento,» - concordo até certo ponto: os olhares de carneiro mal morto (da protagonista Kirsten Stewart) estão muito vistos - «os inúmeros secundários, mesmo com poucas falas, estão exemplares;» - discordo de todo, parece que estão ali para garantir o sucesso da dupla romântica, até o líder dos arqui-rivais. Ainda me ri lá com umas cenas, mas não me lembro quais.

Quando Colin Farrell venceu um globo de ouro por causa deste filme, pu-lo definitivamente na minha lista must see, agudizando o apetite pelas críticas que o anunciavam como um dos melhores e mais subestimados filmes do ano passado.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. É uma ilha - é o que este In Bruges é. Interessante até certo ponto.

Friday, April 03, 2009

Gran Duplicity

Depois de The Changelling, este Gran Torino é o segundo filme assinado por Clint Eastwood que me agrada e muito - não, não gostei de Million Dollar Baby e muito menos de Mystic River.

A primeiro metade do filme prima acima de tudo pela comicidade das situações - sim, a sala cheia gargalhou efusivamente com as tiradas xenófobas do personagem principal, que dispara em todas as direcções: coreanos, vietnamitas, negros, irlandeses, sendo o próprio Walt polaco-descendente e alvo das mesmas tiradas, umas de sorriso nos lábios, outras de desafio nos olhos. Mas atenção: não se defende aqui a xenofobia, muito pelo contrário - veja-se o filme para se assimilar a sua mensagem "todos diferentes, todos iguais". A cena no barbeiro então é hilariante. Muito boa.

A segunda metade corta com a primeira abruptamente quando nos apresenta a violência gratuita que despoleta a resolução do conflito - a redenção total de um personagem de quem se esperaria tudo menos aquilo. Muito bom.

O realizador deste Duplicity, thriller de espiões modernaços e giraços, que é como quem diz Clive Owen e Julia Roberts, é Tony Gilroy, cuja estreia no cinema tem por nome Michael Clayton, filme muy apreciado por estas bandas.
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Sendo assim, depois da tensão séria da primeira obra, trás-nos um olhar sobre a espionagem empresarial que aposta na descontração cool e na química dos protagonistas Owen e Roberts, que depois da tensão agressiva de Closer, mergulham aqui em águas mais calmas, com um twist final inteligente e brincalhão.

Bom. Só não é muito bom porque achei que demora a arrancar na primeira metade, sendo algo parado.

Wednesday, March 18, 2009

Burn After Slumdog Millionaire

Os irmãos Cohen são incontornáveis para quem não abdica de cinema marginal, hilariante ou simplesmente indecifrável. Este Burn After Reading é um pouco dos três e, curiosamente, a 3ª colaboração dos realizadores com George Clooney, depois de O Brother, Where Art Thou e Intolerable Cruelty. Depois disso, ainda deram um ar da sua graça no meu fav Paris Je T´Aime e no recente e sinistro (no melhor que essa palavra emprega ao cinema) No Country For Old Men.

É sempre bom ver Clooney num registo diferente do monocórdico e inexpressivo a que me habituou, continuando numa bela demanda com filmes como Michael Clayton e Leatherheads.

John Malkovich é explosivo na agressividade que transpira, excepto na contenção para com a sua condescendente esposa, Tilda Swinton. Frances McDormand, uma habitué das produções Cohen (casada com um deles inclusive) é brilhante. Brad Pitt tenta atingir a idiotice, e consegue-o a espaços, mas tem o grande azar de ser... Brad Pitt.

Primeiro: Danny Boyle é o realizador de um dos filmes que mais me agradou nos últimos tempos: Millions. Recomendo vivamente a todos - quer tenham gostado ou não deste Slumdog Millionaire. Segundo: achei a primeira parte do vencedor dos oscares deste ano poderosa, já a segunda... nhéc. Os miúdos mais novos são INCRÍVEIS e o retrato da Índia miserável e cruel para com as crianças é de uma pessoa desistir deste mundo... ou quase. Mas mesmo depois de passar por aquilo tudo, o nosso protagonista é o ser mais romântico, bondoso e carinhoso a que se assistiu nos últimos tempos, qual mosqueteiro...

Terceiro: banda sonora, fotografia e montagem primorosas, com M. I. A. a dar uma ajuda, apesar de ser natural do Sri Lanka. Valeu o (meio) bilhete que paguei.

Thursday, March 12, 2009

Before the Devil Knows You´re The Wrestler

Filme grande, assinado por um realizador da velha guarda, Sidney Lumet, e protagonizado por dois grandes actores, Phillip Seymour Hoffman e Ethan Hawke. Uma intensa espiral de crime e castigo - na linha do recentemente visionado Cassandra´s Dream, mas com consequências mais marcadas. Bom.

Definitivamente, Darren Aronovsky e eu, eu e ele, não temos uma relação fácil. Ainda me falta ver o seu primeiro, o Pi, mas tanto Requiem For A Dream como The Fountain me deixaram um trago amargo, cada um por diferentes razões. Este The Wrestler não me maravilhou, ao estilo do anterior, apesar de ser potencialmente maravilhoso (de acordo com a maioria da opinião cinéfila). A referência directa a The Passion Of The Christ tornou-se-me numa indirecta nas cenas mais sangrentas dentro do ringue - mais alguém achou isso? Mickey Rourke tem aqui um regresso em grande, é verdade, mas já as secundárias Evan Rachel Wood e Marisa Tomei achei, mais que isso, terciárias.
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Pormenor curioso: Tomei participa em ambos os filmes, maioritariamente despida, que é como quem diz de maminhas ao léu; pormenor menos curioso: no primeiro não tem piercings nos mamilos (blargh!!).

Friday, March 06, 2009

The Air I Breathe

Que filme "tãããnn stúúúúpido"!! O mais ridículo é que as poucas cenas cómicas (que eu não esperava neste dramalhão) resultam, principalmente a do Forest Whitaker na mota. Já as cenas pseudo-emocionais roçam o amadorismo, especialmente as de Kevin Bacon (onde te foste enfiar, rapaz...).
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Os apreciadores deste filme, cuja apreciação me fez pô-lo na lista "Tenho que ver" elogiam especialmente Sarah Michelle Gellar. Sim, faz um bom trabalho, não digo que não, mas não acho nada de extraordinário. Achei Brendan Fraser impecável, Andy Garcia repetitivo e Whitaker wanna be comovente. Já a banda sonora, alguém ma arranja?!
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Agora coisas boas: esta e esta. Looking good :D