Showing posts with label Filmes 2011. Show all posts
Showing posts with label Filmes 2011. Show all posts

Tuesday, January 03, 2012

Tops 2011 - Filmes

1 Easy A


2 True Grit


3 Melancholia


4 The Fighter


5 Ondine


6 127 Hours


7 Lars and the Real Girl


8 Scott Pilgrim Vs The World


9 The Town


10 The Tree of Life

Não aquece nem arrefece
Chloe, Hereafter, The Kids Are All Right, Black Swan, The King's Speech, Blue Valentine, Salt, Brothers, Source Code, You Will Meet a Tall Dark Stranger, Kick Ass, Larry Crowne, Last Night, Restless, Friends With Benefits, X-Men: First Class, The Conspirator, A Dangerous Method, Eclipse, Thor

Mau mas mau
Eat Pray Love, The Tourist, The Rum Diary (hello dois actores mais bem pagos de Hollywood...)

Friday, December 30, 2011

The Rum Thor




Johnny Depp a fazer caras de Jack Sparrow não suporta um filme. E os secundários p'ra esquecer não ajudam.















Divertido mas algo magro e a puxar a brasa à sequela e aos Avengers.














Thursday, December 15, 2011

A Dangerous Conspirator X-Men With Benefits

Michael Fassbender insuficiente, Viggo Mortensen a planar pelo filme, Keira Knightley ao seu (bom) nível.

"É tudo muito bonito – os sets, a música, a roupa – mas o impacto é quase nulo. No fundo é como ver uma peça, com diálogos muito deliberados, e os mais devotos fãs de Cronenberg conseguirão detectar ocasionais flashes do seu génio, mas depois a cortina desce e saímos da sala um pouco na mesma."




History repeating itself.

Robert Redford pega no leme e reconstitui o atropelo à Constituição em plena ressaca da Guerra Civil Americana.



























O filme mais sobrevalorizado do ano...? Matthew Vaugh é competente, isso ninguém lhe tira, mas esta miudagem não convence, não têm metade do feeling dos originais.




O realizador Will Gluck não confirma o talento que nos trouxe Easy A. A importância dos actores. Meeeesmo.

Ele até tem Patricia Clarkson, Richard Jenkins, Woody Harrelson e até Emma Stone a fazer uma perninha, que quase conseguem que o filme não seja mauzinho.

Wednesday, November 30, 2011

Restless Night




Gus Van Sant desilude, apesar de Mia Wasikowska e Henry Hopper formarem um par interessante.

No entanto, não passa de um feel-good movie sobre a antecâmara da morte. Boooriiing.









Sam Wortington aborrece com a sua vasta panóplia de expressões - uma única ao longo de todo o filme, como é que é possível...



Keira Knightley bem se esforça para elevar o nível mas aquela anorexia não ajuda a moça, parece-me.

Guillame Caunet e Eva Mendes acompanham. Boooriiing #2.

Monday, November 14, 2011

Melancholia



"(A) standout performance by Dunst. The actress has been lost in a wilderness of tentpoles and romcoms in recent years, but with this film she makes her first real statement in a long time to be taken seriously as an actress. She navigates the film ably, and Von Trier couldn't have asked for a better stand in for a character that is clearly based on himself."

Monday, October 03, 2011

The Tree of Life

I didn’t at all find on the screen the emotion of the script, which is the most magnificent one that I’ve ever read. A clearer and more conventional narrative would have helped the film without, in my opinion, lessening its beauty and its impact,” (Sean) Penn said. “Frankly, I’m still trying to figure out what I’m doing there and what I was supposed to add in that context!"

Daqui.

Friday, July 22, 2011

127 Crownes



Danny Boyle é um realizador fora de série e este 127 Hours com James Franco em alta-voltagem é mais um triunfo. Claro que não fui capaz de ver a cena mais forte com os olhos bem abertos, mas fiquei com uma ideia... mais ou menos.






Tom Hanks insiste no papel tontinho, o que é uma pena porque este Larry Crowne poderia ter muito mais sumo. Vale pelo gangue de vespas e aceleras derivadas.

Tuesday, June 14, 2011

Kick the Real Girl




Mais uma homage à violência explícita, não fosse isso, e até seria um filme bem engraçado. Nicolas Cage e Chloé Grace Moretz especialmente deliciosos/maliciosos.


Agora sim, posso afirmar que fiquei fã de Ryan Gosling. Irresistível. E os secundários dão uma atmosfera incrível ao filme.







Friday, June 03, 2011

Então não é que...



...a terceira parte da saga Twilight, Eclipse, não é má de todo?! Chega a ser quase boa. Quase. Quase não tem cenas lamechas. Quase. Tem diálogos interessantes (quem diria!) com mais que quatro frases e chega a ter bons momentos. Lembro-me da embaraçosa conversa entre pai e filha e da tenda à trois. Quase muito bom. Uma agradável surpresa. Bem, vendo a coisa de uma certa perspectiva, uma sequela do mau mas mau que é New Moon dificilmente ficará mal na fotografia. Bella/Stewart continua desinteressante e com olhinhos de carneiro mal morto, Jacob ganha personalidade e Edward... esse assiste ao espectáculo. Literalmente.



Algumas pérolas numa critica do Ante-cinema:

"(P)ela história que ‘penteia’ este terceiro filme da saga, onde continuamos confrontados com a chachada do dilema amoroso de Bella (Kristen Stewart), Edward (Robert Pattinson) e Jacob (Taylor Lautner), agravado agora pela possibilidade de Bella se poder tornar numa vampira, sob a condição de casar com Edward, para mal dos pecados de Jacob.

(...)

Eclipse consegue evitar os diálogos exagerados, os dramas excessivos, e conter o histerismo que Kristen Stewart usa e abusa para que se sinta a ‘dor’ emocional da personagem. Existe mais ritmo no argumento, maior desenvolvimento nos ‘backgrounds’ de alguns personagens e também dos seus conflitos internos (principalmente Bella, quanto a abdicar da vida para se tornar uma vampira), bom balanceamento entre acção e drama, e principalmente um espírito épico que não se encontrava nos seus predecessores. Talvez o mestre Howard Shore tenha ajudado com a banda sonora, mas a realidade é que também se sente uma melhoria nas performances dos actores. Não me interpretem mal, Stewart, Pattinson e Lautner, continuam a ser terríveis, com overactings de arrancar as unhas e cabelo, mas pelo menos não chegam a dar vontade de matar a audiência inteira como em Lua Nova.

(...)

O que vi foi o personagem de Edward a passar de machão a ‘corno manso’ em fracções de segundo, Jacob a dar uma de ‘mitra’ ora sem camisola, ora a servir de ‘velinha’, e finalmente uma Bella que a dada altura de tanto trocar de amor, só pode ter um nome. Esse mesmo."


lol

Monday, May 30, 2011

The (American) Girl With the Dragon Tattoo

Porque um filme de David Fincher é sempre um acontecimento.




O original arrepiou-me e não consegui ver a cena mais forte. Este pareceu-me bem fiel ao sueco mas custa-me a acreditar que Rooney Mara chegue onde Noomi Rapace chegou - depois digam-me porque vontade de rever aquela violência toda não tenho muita. Apesar de Fincher.

Monday, May 23, 2011

You Will Meet a Source Code Tourist




Mais um filme de Woody Allen que conta história nenhuma.






Competente thriller de universos paralelos e viagens ao passado.









Dispensável.

Depp+Jolie = zero chemistry.


Wednesday, April 20, 2011

Scott Pilgrim Vs Brothers Ondine




Diversão garantida, mesmo com as dispensáveis lutas de videojogo.
















Tobey Maguire em modo robótico, Natalie Portman e Jake Gyllenhaal a fazerem olhinhos um ao outro e pouco mais.





Belíssimo tratado sobre contos de fadas na vida real. A miúda dá muita dessa magia ao filme.

Wednesday, March 16, 2011

Eat Salt, Blue Fighter

Infelizmente, acaba por não ser muito surpreendente que um dos mais geniais criadores de séries (as para mim insuperáveis no seu género Nip / Tuck, The Shield e Glee), Ryan Murphy, consiga, na sua primeira incursão cinematográfica, fazer o filme mais esquecível possível. Oh Julia, o amigo Soderbergh é que sabe o que fazer contigo, deixa-te de tretas mazé!

.

Angelina Jolie parece que não se dá ao sub-aproveitamento. Apesar de não ter achado o filme por aí além como rezam muitas crónicas, fica o meu espanto de assistir à supra-mencionada a despachar inimigos com as próprias mãos. Mas a despachar mesmo!
.
Podem ser mãos escanzeladas de alguém que mais parece um esqueleto ambulante que roça a fealdade, mas que surra os homenzarrões todos, surra!
.
.
Filme algo depressivo. Gostei da aposta na improvisação dos actores, a falarem por cima um do outro, por exemplo - very naturelle - ou a cena em que ele toca e canta e ela dança/sapateia - total improv por Ryan Gosling e Michelle Williams, dois interessantíssimos jovens e maduros actores. No entanto, não ficará nas minhas melhores memórias.

Ora aí está um bom filme, para variar. Bela surpresa, ainda pra mais, num género que me diz pouco - o do pugilista/lutador/whatever que ultrapassa todos os obstáculos até à vitória. David O. Russel faz um belo trabalho, Christian Bale está mesmo incrível (belíssimo Oscar) e até Mark Wahlberg não vai nada mal. Muito bom também ver a doce Amy Adams noutro registo bem... arreganhado.

Sunday, March 06, 2011

True Speech



Belíssimo filme que não merecia de todo sair de mãos a abanar das 10 nomeações para Oscar.
.
A miúda Hailee Steinfeld vai mesmo bem, guiada pelo veterano Jeff Brigdes e o omnipresente Matt Damon.




Colin Firth tem uma belíssima prestação, sim senhor, mas não me parece que este seja o filme do ano.
.

Feel good movie, pouco mais.

Sunday, February 06, 2011

Black Swan

Darren Aranovsky é um realizador difícil de engolir. Requiem For a Dream é, para mim, intragável, tal a crueldade do filme. The Fountain disse-me pouco. The Wrestler disse-me pouco mais. E para não fugir à regra, este Black Swan que anda nas bocas do mundo, principalmente pela sua protagonista, a perfeita Natalie Portman, passou-me completamente ao lado.

E eu revejo-me no que se lê no Sound+Vision:

Em boa verdade, este é um filme liminarmente insultuoso para o ballet, reduzindo-o a uma performance que depende apenas da actividade sexual da protagonista: desesperado com a inexpressividade de Nina (Natalie Portman), o encenador (Vincent Cassel) aconselha-a mesmo a ir para a casa e... recorrer ao onanismo como gloriosa porta de entrada (?) nas maravilhas da dança. Tudo isso servido por um estilo que, desde os corredores escuros até aos espelhos quebrados, aplica os mais banais clichés do cinema de terror. Referindo-se a tão “disparatado terror”, o crítico Kirk Honeycutt (The Hollywood Reporter) escreveu mesmo que Cisne Negro se perde no “buraco do ridículo”. Não foi o único. James Wolcott (Vanity Fair) refere o horror, não do filme, mas face ao filme, partilhado com uma amiga, bailarina profissional, que o acompanhou; Apollinaire Scherr (The Financial Times) considera que “um pouco de respeito” teria permitido a Aronofsky fazer “um filme menos odioso”.

É isso.

Thursday, February 03, 2011

The Kids Are Hereafter, Chloe

Eh pah, odiei este filme. Podem ser muito bons actores mas a trama é incrivelmente desinteressante.
.
Annette Benning num papel antipático e Julianne Moore em cenas com Mark Ruffallo no mínimo... idiotas.
.
.
.
Também não entendo o hype à volta de Mia Wasikowska neste filme...
.

Este não odiei, apenas o achei um mau filme - quem diria que Eastwood também os fazia?!

Matt Damon e Brice Dallas Howard sem nada onde se agarrarem.





Deste até gostei, mas não é um filmaço.
.
Aqui sim, Julianne Moore é usada como deve ser, e Liam Neeson e Amanda Seyfried acompanham competentemente.




Sunday, January 16, 2011

Easy Town

Ok, recomendo vivamente esta comédia, sim, sobre uma teenager a debater-se com as "dificuldades" do liceu. São muitos os momentos altos, lembro-me do karaoke ao som de um postal musical, a cena da simulação com o amigo gay, a primeira walk of shame perante os colegas, a cena musical "for no aparent reason", and so on...
.
Emma Stone tornou-se numa a-list star, e hollywood já não a larga, Spiderman incluído, tendo uma prestação que poderá apenas ser acusada de ser boa demais para este género de filme, mas que acaba por lhe dar todo o sentido. Ainda para mais acompanhada por secundários do calibre de Thomas Hayden Church, Patricia Clarkson e Stanley Tucci.

Muito bom mesmo, não exactamente pela originalidade do argumento, mas pela sua inteligência, e pela prestação superior (ao próprio filme) de Stone.



Mais um filme muito bem recebido por crítica e público do ano passado. Parece que Ben Affleck acertou na escolha de realizar, mais do que de protagonizar.
.
Jeremy Renner também confirma talento, Blake Lively surpreende, John Hamm e Rebecca Hall fazem número competente.
.
Senti, no entanto, alguma frieza na abordagem à violência e às suas consequências.