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2 hours ago
Aí está o filme do ano. Até agora, claro. Apesar de na primeira parte do filme não ter "engolido" a personagem principal, ou seja, uma adolescente de 16 (16!) anos interpretada por Ellen Page que, ao "brincar" com o melhor amigo, engravida, e que, depois de consultar a melhor amiga, decide livrar-se da "coisa" (palavras da própria). Por último, de referir que a cena final é das mais belas que vi nos últimos tempos (ou não fosse musical). Tão simples e tão bem conseguida, se eu mandasse era nomeada para Oscar com direito a actuação na cerimónia.
E quem brilhou mais na minha opinião foi a fofura da francesa Marion Cotillard que venceu na categoria principal pelo seu retrato de Edith Piaf em La Vie En Rose, batendo gigantes como Cate Blanchett (omnipresente) em Elizabeth (enoooorme) ou Julie Christie em Away From Her que havia sido dada como favorita.
Tinha alguma expectativa quanto a este filme (mais do que quanto a Atonement) e posso dizer que não as defraudou. O que é óptimo. Gosto sempre destes registos nature oriented, quase que tratados ecológicos. No entanto, este é mais um tratado humanístico que outra coisa. O que também é óptimo, se for sincero com as personagens e com o espectador.


Retro. É o que este filme é. Keira Knightley e James McAvoy brilham à sua altura, já Saoirse Ronan é o farol, tal como a sua personagem, Briony. Impressionante como o envelhecimento da personagem em cinco anos encontra na actriz Romola Garai a credibilidade e, mesmo, as parecenças entre ambas.
Ora aí está um filme de acção de jeito. Já o primeiro foi bastante bom mas este terceiro pode-se dizer que é o melhor. E de quem é a responsabilidade, quem? Pois claro que é de um senhor entitulado J. J. Abrams, responsável por coisitas como Felicity, Alias, Lost e, mais recentemente, Cloverfield. Pronto, há que reconhecer que o senhor Cruise também é talentoso, principalmente nas cenas de correria e de stunts, dispensando duplos e sendo o próprio um quase-herói.